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Atualizada às 17h46
Hermano Freitas
Direto de São Paulo
O secretário municipal de Transportes de São Paulo, Alexandre de Moraes, rebateu as críticas de setores ligados ao transporte de cargas, que dizem que o frete vai ter seu custo elevado devido à restrição do fluxo de caminhões no centro expandido de São Paulo. Segundo Moraes, faltou "planejamento logístico" porque há meses a medida vem sendo discutida.
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Além disso, de acordo com o secretário, os veículos que circulam dentro do perímetro urbano de São Paulo estariam abaixo da sua capacidade. "Vejo caminhões e carretas com apenas 20% do que poderiam estar transportando."
O presidente do Sindicato dos Transportadores de Cargas, Francisco Pelucio, afirmou que não houve tempo, desde o anúncio da medida, para se adaptar às normas. "As regras foram definidas em cima da hora. Sabíamos do decreto, mas não de seus termos", afirmou Pelucio, que acredita que o valor dos fretes deve aumentar entre 13% e 25%.
Moraes discorda: "conversamos por três meses (com os sindicatos de transportadores e comerciantes) e não houve, da parte deles, apresentação de nenhum contingenciamento de gastos relativos à proibição".
Está marcada para hoje uma reunião entre o secretário e representantes de sindicatos para discutir o assunto, mas ele confirmou que as restrições previstas na lei serão mantidas.
Redação Terra
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