Polícia

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Quarta, 2 de julho de 2008, 15h49 Atualizada às 16h09

TV: tiro atingiu jovem morto no Rio a queima-roupa, diz laudo

O laudo da perícia feita no corpo do estudante Daniel Duque Pittman, morto no último sábado, em Ipanema, no Rio de Janeiro, apontou que o tiro que atingiu o jovem foi disparado a "curta distância". O diretor de polícia da capital, Sérgio Caldas, disse em entrevista ao RJTV que o disparo foi feito na altura da axila, o que indicaria tiro à queima-roupa.

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O exame constatou duas feridas no corpo de Daniel. A primeira delas teria sido provocada pelo tiro e outra feita pelos médicos do Hospital Copa D'Or, onde ele foi atendido. O procedimento pode ter sido feito para drenagem do tórax.

Ainda de acordo com o RJTV, a polícia manteria em sigilo uma testemunha com condições de esclarecer o caso. O depoimento dessa pessoa deve ser colhido ainda nesta quarta-feira, na 14ª Delegacia Policial.

O policial militar Marcos Parreira do Carmo, que fazia segurança de Pedro Velasco, filho da promotora de Justiça Márcia Velasco, teria admitido ter atirado no estudante. O PM entregou à polícia uma pistola que está sendo periciada por especialistas do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).

Ontem, a promotora Márcia Velasco divulgou uma carta em que lamenta a morte de Daniel Duque e pedindo justiça. Márcia está sob proteção policial há sete anos em razão de ameaças do traficante Fernandinho Beira-Mar.

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