Polícia

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Quarta, 2 de julho de 2008, 13h30 Atualizada às 13h29

Pagodeiro: matariam se dinheiro não fosse entregue

O líder e vocalista do grupo de pagode Sorriso Maroto, Bruno Cardoso, 27 anos, relatou nesta terça-feira, em depoimento no 61° Distrito Policial (Xerém), que os três homens armados que se passaram por policiais civis teriam dito que matariam alguém se o dinheiro do show não foi entregue a eles. A tentativa de assalto ocorreu na tarde de segunda-feira, na rodovia Presidente Dutra, na altura do bairro Austin, em Nova Iguaçu.

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"Demoramos a perceber que era um assalto. Os caras diziam que eram da polícia e que procuravam armas e drogas. O pior momento foi quando um dos assaltantes disse que ia estalar alguém, caso não entregássemos o dinheiro do show. Ele parecia disposto a fazer uma besteira", afirmou Bruno, que foi à delegacia acompanhado do empresário do grupo, Sérgio Monza.

O assalto começou quando o ônibus da empresa paulista Andorinha, que transportava 28 pessoas, foi parado na Dutra na volta de um show na cidade de Bauru, interior de São Paulo. Os suspeitos teriam abordado o ônibus em um carro preto, com giroscópio em cima.

Segundo a polícia, Bruno conseguiu descrever os três assaltantes, informando, inclusive, que todos estavam bem vestidos.

A delegada do 61° DP, Valéria de Castro, alertou o setor de inteligência da Polícia Civil, afirmando que foi um assalto incomum. O registro feito ontem no 61° DP será encaminhando ao 56° DP (Comendador Soares), que investigará o caso.

A agenda do grupo foi mantida e será providenciado reforço na segurança.

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