O ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de reconsideração da prisão do professor de Educação Física Paulo César Timponi, acusado de homicídio doloso pela morte de três pessoas em acidente na Ponte JK, em Brasília, ocorrido em 2007. Com isso, Timponi permanecerá preso.
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A defesa pedia que o ministro voltasse atrás de sua decisão tomada em fevereiro, que revogou liminar que permitia que o acusado aguardasse em liberdade o julgamento do mérito do habeas-corpus pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Devido à decisão do ministro, Timponi voltou a ser preso em 11 de abril, depois de ser liberado para aguardar o julgamento.
Segundo a denúncia apresentada contra o professor, Timponi apostava corrida com outro amigo, cada um em um carro, quando colidiu com um terceiro veículo. Três pessoas morreram e duas ficaram gravemente feridas.