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Ainda segundo a assessoria dos Correios, após a determinação de descontar os dias de paralisação da folha de pagamento, os funcionários dos Centros de Entrega de Encomendas (CEE) de Campinas e de Taquaral, no interior de São Paulo, voltaram ao trabalho.
Os trabalhadores reivindicam o cumprimento de um termo de compromisso assinado em novembro de 2007 pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, e pelo presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio. Além disso, querem a implementação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) que favoreça a classe e o aumento do percentual da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
De acordo com a ECT, o acordo feito com os funcionários já foi cumprido e a empresa já iniciou o pagamento de R$ 260 mensais. Os Correios afirmam que o pagamento foi adaptado para não entrar em conflito com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), já que os trabalhadores desejavam receber adicional de 30% do salário por periculosidade.
Segundo a empresa, os carteiros, pela lei, não podem receber esse tipo de adicional. Como o salário inicial da categoria é de R$ 603, o pagamento de mais R$ 206 mensais representaria mais do que 30% em alguns casos, mas teria um valor inferior a essa parcela para os funcionários que estão há mais tempo na empresa.
Redação Terra