Marina Mello
Direto de Brasília
Brasília
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"Podemos sugerir primeiro uma ação penal para verificar se realmente a Google está acobertando criminosos como afirma o Ministério Público e a Polícia Federal", explicou.
Ele explica que, se depois dessa ação o Google não modificar sua postura, a saída será pedir providências por parte do governo federal. "Se houver recusa de cumprir a legislação brasileira, espero que as autoridades competentes à frente do Ministério da Justiça tomem providências para que o Google deixe de operar no Brasil", afirmou.
O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), acusa o Google de fazer exigências adicionais ao Ministério Público e afirma que por esta razão, hoje a CPI aprovou requerimento convocando diretores da empresa para prestarem depoimento.
Ele explica que todos os provedores "do bem" estão dispostos a colaborar com a Justiça repassando qualquer informação relacionada a pedofilia e que o mesmo não é percebido pelo Ministério Público em relação a Google.
"Eles pedem para o Ministério Público o que Deus não pode dar a eles: que o MP dê a eles uma imunidade. Mas como fazer isso, vai prevaricar?", questionou. "Não podemos fazer exigências para todos os provedores e criar uma condição privilegiada para o Google", concluiu.
Redação Terra