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A dona do frigorífico se recusou a pagar pelo serviço alegando que o trabalho do pai-de-santo não teve efeito. Batista recorreu então à Justiça do Trabalho, sob a justificativa de que havia prestado serviços ao frigorífico e teria de ser pago.
A juíza entendeu que houve relação de trabalho no contrato acertado, mesmo que verbalmente, e afirmou ainda que pessoas testemunharam o contrato quando foi acertado entre Olga e Batista.
Redação Terra