Laryssa Borges
Direto de Brasília
Brasília
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Os arredores do Palácio do Planalto são considerados uma área de segurança reforçada. Abrigam o gabinete do presidente, de ministros e do vice-presidente, José Alencar.
A estudante Gabriela Winckler, 26 anos, lamentava o assalto e a falsa impressão de segurança. "Viemos para Brasília para o congresso do Samu e agora fomos assaltadas. É triste, foi na frente da casa do presidente. (Existe) tanta polícia, mas é complicado. Parece que é seguro, mas não é", disse.
O grupo de estudantes se dirigiu às duas guaritas do Planalto, que mantém seguranças 24 horas por dia. Os militares de plantão acionaram a Polícia Militar, que enviou uma viatura e duas motos para fazer uma ronda na área. O assaltante não foi encontrado.
Oficialmente o local deveria ser policiado pela PM e pela Companhia de Polícia de Turismo Independente (CPTur). Os quatro motociclistas e os dois militares responsáveis pela região, no entanto, haviam sido deslocados para o Museu da República, a menos de 1 km do local, para fazer a segurança de obras de arte.
"A suspeita é que (o assaltante) seja um morador de rua. Diria que foi uma fatalidade. É a primeira vez que vejo isso acontecer em seis anos", disse o sargento Mauro França, da Polícia Militar.
"Ele deve ter saído correndo e pode ter entrado num bueiro, feito um tatu. Não tem como pegar. É a primeira vez que eu ouço falar de um assalto nessa região", ressaltou o policial.
A ronda da PM ficará vistoriando a praça dos Três Poderes até o fim do dia em busca do suspeito.
Redação Terra