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Segundo a PF, a quadrilha seria responsável por desvios de verba pública, por meio de fraude a licitações relacionadas a contratos de higienização hospitalar e locação de mão-de-obra. Os convênios estariam relacionados aos serviços do Sistema Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) e Farmácia Popular, da Secretaria Estadual de Saúde.
Os contratos seriam feitos mediante o pagamento de propina a servidores públicos, conforme as investigações. As faturas mensais dos contratos fechados de forma ilegal equivalem a R$ 2,4 milhões ao mês, conforme a PF.
No total, 13 mandados de prisão devem ser cumpridos, além de 42 de busca e apreensão. Uma prisão e duas apreensões devem ser feitas na Paraíba. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte.
Os presos poderão responder pelos crimes de falsidade ideológica, peculato, corrupção, prevaricação, tráfico de influência, fraude à licitação, dispensa indevida de licitação, patrocínio de interesse privado e prorrogação contratual indevida. As penas somadas podem chegar ao máximo de 65 anos.
As investigações tiveram início no fim de 2005 e foram conduzidas pela Superintendência Regional da PF no Rio Grande do Norte.
Redação Terra