Laryssa Borges
Direto de Brasília
Brasil
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A criação do novo tributo precisará ainda ser apreciada pelo Plenário do Senado, onde a base aliada não conta com garantias de aprovação. O líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE), tentou minimizar a pouca margem de manobra dos governistas e apontou a pressão eleitoral como argumento para o baixo número de votos pró-imposto.
"Tudo é muito difícil para a gente, mas o Senado vai ver que o texto é complexo. Já sabíamos que haveria muitas defecções. Há muitos candidatos a prefeito que fugiram da raia, viram seus adversários votarem com demagogia e votaram contra para não ficarem mal nas eleições", explicou Rands.
Ainda nesta noite, os deputados devem analisar quadro destaques da oposição, que questionam, por exemplo, as alíquotas para repasses obrigatórios na área de saúde. Para manter o projeto original do deputado Pepe Vargas (PT-RS), que prevê os Estados deverão investir em saúde 12% dos recursos obtidos com impostos, e os municípios, 15%, o governo precisa garantir um mínimo de 257 votos em cada uma das emendas.
Redação Terra