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De acordo com Nice Amaral, presidente da Fundação Joaquim Dias Guimarães - instituição independente responsável pela história da cidade -, a jovem Leocádia teria chegado a Guanambi no início do século XX em busca de emprego. Em seguida, seu patrão, que seria um rico fazendeiro, teria se apaixonado por ela e lhe dado presentes. Ao saber disso, a mulher dele teria assassinado e esquartejado a garota, por ciúmes.
O corpo de Leocádia teria sido enterrado em um matagal, afastado do centro. Os fiéis católicos da cidade acreditam também que, após a morte, ela teria sangrado durante duas semanas e por isso deveria ser santificada. Mas os pesquisadores de Guanambi a consideram apenas uma mártir.
O túmulo recebe visitas até hoje, principalmente na Semana Santa e no dia de Finados.
O internauta Cássio Cotrim, de Guanambi (BA) participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.