Laryssa Borges
Direto de Brasília
Brasília
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Na noite de ontem, a Câmara dos Deputados adiou pela segunda vez a sessão plenária que votaria a chamada Emenda 29, que prevê repasses cada vez maiores para a área da saúde, e conseqüentemente a apreciação da CSS.
"O Congresso tem os ritmos deles lá. Nós sabemos que esse projeto não é uma coisa simples, 'vai lá e vota'. É um projeto polêmico. Todos querem resolver a questão da saúde. O problema é como fazer isso. Acho que natural (o adiamento). Faz parte do processo legislativo", disse Bernardo durante a reunião do pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.
"Olhando assim de fora, (da perspectiva de) quem está acompanhando e conhece um pouco o Congresso, a sensação que tem é que o processo está avançando, mas de fato eu não sei quais são todas as articulações, todas as posições e detalhes ali. Acho que tem grandes chances (de ser votado e aprovado)", completou o ministro.
Ele evitou, no entanto, polemizar acerca da necessidade de um novo imposto para a área da saúde. "Quem tem que responder é que propôs. Nós não fizemos essa proposta de CSS. A base tem o direito de apoiar, mas parece que tem gente da base que não está apoiando", afirmou.
Redação Terra