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BNDES: Justiça suspende depoimentos de suspeitos

30 de maio de 2008 19h47 atualizado às 20h50

A Justiça Federal suspendeu nesta noite os depoimentos de dois acusados de participação no esquema de fraudes em empréstimos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A assessoria de imprensa da Justiça Federal informou que as oitivas foram transferidas para o dia 9 de junho, às 14h30.

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O coronel reformado Wilson de Barros Consani Júnior e o empresário Boris Bitelman não foram ouvidos. Mais cedo, prestou depoimento o advogado e conselheiro afastado do BNDES Ricardo Tosto. Também foram ouvidos Celso de Jesus Murad, único réu preso, e os irmãos Washington Domingos Napolitano e Edson Luiz Napolitano, acusados de gerenciar a casa de prostituição W.E., onde o dinheiro obtido nos empréstimos do banco seria lavado, segundo informações da Polícia Federal.

Os acusados foram descobertos na Operação Santa Tereza, em que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal investigam uma organização criminosa que fraudaria empréstimos no BNDES, além de praticar os crimes de prostituição, tráfico internacional de pessoas e lavagem de dinheiro.

No início da semana, foram ouvidos João Pedro de Moura, Marcos Mantovani, Celso Murad e José Carlos Guerreiro, que permanecem presos. O único que não compareceu foi Manoel Fernandes de Bastos Filho, ainda foragido.

O depoimento de Jamil Issa Filho, ex-secretário de Urbanismo de Praia Grande, prefeitura que teria sido uma das beneficiadas com as fraudes, foi marcado para o dia 2 de julho, no município.

Com informações da Agência Brasil

Redação Terra