Para o coronel, a necessidade de desenvolvimento da região não pode colocar em segundo plano a defesa do país. "Provavelmente, os prefeitos dos municípios não estão preocupados com a defesa do território, mas o Exército está. Ainda que as ameaças não sejam aquelas da Segunda Guerra Mundial, elas existem e são graves, inclusive no nosso continente. A defesa faz sempre o papel daquele pai, com medidas antipáticas, que se preocupa com a cerca elétrica, em vez de se preocupar com um jardim bonito", comparou o coronel. "Medidas de defesa são antipáticas, mas necessárias", completou.
Na avaliação do secretário, o governo pode adotar outras medidas para incentivar o desenvolvimento dos 588 municípios localizados nas áreas de fronteira do Brasil. "Podemos pensar em medidas de ordem tributária, que beneficiem esses municípios. Pode-se ainda rever a questão da migração. No entanto, é necessário garantir o poder de polícia para o Exercito nessas áreas", destacou.
Agência Brasil