| Brasil |
| Últimas notícias |
| Fotos |
| Vídeos |
| Cidades |
| Eleições 2008 |
| Imigração japonesa |
| Loterias |
| Polícia |
| Política |
Atualizada às 21h39
Marina Mello
Direto de Brasília
» Suspeito isenta Erenice
» CPI nega sessão secreta a assessor
» Aparecido culpou Erenice, diz assessor
» Opine sobre o suposto dossiê
José Aparecido disse que nunca recebeu ordens ou conversou sobre o banco de dados com a secretária-executiva Erenice Guerra e nem com a ministra Dilma Rousseff. "Nunca, nunca mesmo conversei sobre isso com Erenice, nem com Dilma, essa é a verdade", afirmou.
O ex-secretário de Controle Interno da Casa Civil disse que não teve nenhuma participação na elaboração de um banco de dados e que apenas cedeu dois funcionários.
Segundo ele, Fernandes nunca falou com ele sobre o e-mail com as informações sobre o ex-presidente FHC durante as vezes que os dois se encontraram após o suposto dossiê ter sido noticiado pela mídia.
Aparecido defende a tese de que a Casa Civil montava um banco de dados e que ele repassou o e-mail com algumas informações por engano para o assessor do senador tucano. "Todo mundo na vida já repassou um e-mail errado", afirmou.
Pedido de emprego
José Aparecido disse que André tentou arranjar emprego como assessor adjunto no Ministério do Planejamento, no período do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Ele cogitou a possibilidade de ser secretário junto ao ministério e me mandou o curriculo", disse José Aparecido.
A declaração de José Aparecido contraria o depoimento de Fernandes, que garantiu na CPI que nunca pediu emprego no governo Lula.
Por causa da contradição, parlamentares defendem que seja realizada uma acareação entre José Aparecido e Fernandes.
Redação Terra
Busca
Busque outras notícias no Terra: