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Atualizada às 20h42
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"Este projeto foi apresentado tendo como única intenção salvaguardar a vida dos motoristas no Estado, que precisam transitar, muitas vezes em função do trabalho, por áreas perigosas, correndo o risco de sofrer alguma violência", alegou o deputado Jorge Babu (PT), autor do projeto.
"A necessidade de se reduzir a velocidade nas vias públicas no Rio, hoje em dia, pode custar a vida, infelizmente", complementou o parlamentar.
A discussão da proibição do funcionamento de radares eletrônicos à noite ganhou força após um crime sofrido pelo filho de Lídio Toledo, ex-médico da Seleção Brasileira. Lídio Toledo Filho foi festejar o Ano Novo com amigos na Barra. Ao passar por um radar, por volta das 22h do dia 31 de dezembro de 2007, o ortopedista reduziu a velocidade e foi abordado por dois homens em uma moto.
Lídio arrancou com o carro e atingiu um dos assaltantes, que fugiu a pé. O outro bandido teria disparado os tiros, que feriram Lídio no pescoço, tórax e braço, além da mulher Cibele, no tórax.
Após o crime, a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro cobrou a prefeitura do Rio e do governo do Estado soluções para melhorar a segurança dos cidadãos nas vias da cidade e estradas.
O presidente da Comissão de Estudo e Acompanhamento da Legislação do Trânsito da OAB, Armando de Souza, chegou a afirmar que o município age de forma negligente ao não buscar uma solução para evitar que motoristas sejam vítimas de assaltos em locais onde estão instalados os radares eletrônicos.
O Dia
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