Investigador: testemunhas têm contato com o PCC

12 de maio de 2008 • 09h16 • atualizado às 09h16

O investigador Augusto Pena, preso no dia 30, afirmou que três pessoas que testemunharam contra ele, dois delegados e um investigador, teriam conivência com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e com desmanches clandestinos de carros. Pena é pivô do caso que gerou resultou na queda do secretário-adjunto de Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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Os homens apontados por Pena são testemunhas no caso do seqüestro de Rodrigo Olivatto de Morais, o enteado de Marcos Camacho, o Marcola, o líder do PCC. Pena negou que desse dinheiro a Malheiros Neto. No entanto, Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher de Pena, o policial dava ao ex-secretário parte do dinheiro obtido com atividade ilícitas.

Pena foi convocado pela CPI dos Grampos da Câmara dos Deputados para depor sobre o esquema de escutas usado para extorquir membros do PCC. Malheiros deve ser convocado somente se for citado nos depoimentos.

Redação Terra
 
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