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Atualizada às 21h05
Fabrício Escandiuzzi
Direto de Florianópolis
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A Polícia Civil acredita que o ex-namorado da jovem e principal suspeito do assassinato, o finlandês Toni Hakala, teria contado com ajuda de outras pessoas para carregar e enterrar o corpo. O local onde Elisângela foi enterrada, na praia do Moçambique, é de difícil acesso.
O delegado Anselmo Cruz entrega o inquérito na segunda-feira e promete divulgar o nome de outros envolvidos. O finlandês, que está detido e se encontra em situação irregular no País, será indiciado por homicídio e ocultação de cadáver. "Vamos encerrar o inquérito e apontar o motivo, além de quais as outras pessoas que apresentaram envolvimento no crime", disse Cruz.
Os peritos recolheram material encontrado debaixo das unhas da dançarina e também enviaram para análise um lençol e uma almofada encontrados na cova onde o corpo foi enterrado.
Elisângela desapareceu no dia 23 de março e seu corpo só foi encontrado na última sexta-feira. A jovem era natural de Belém (PA) e morava em Florianópolis desde 2005, onde trabalhava como dançarina em uma das mais movimentadas boates da cidade. Ela cursava Direito em uma universidade particular.
Redação Terra
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