| Brasil |
| Últimas notícias |
| Fotos |
| Vídeos |
| Cidades |
| Eleições 2008 |
| Imigração japonesa |
| Loterias |
| Polícia |
| Política |
» Juiz decreta sigilo em inquérito
» Senador quer convocar suspeito
» OAB: CPI deve exigir investigação
» Virgílio não acredita em 'fogo amigo'
O advogado de Pires, Eduardo Toledo, aconselhou PIres a não se manifestar. Por orientação, ele deve esperar os próximos movimentos da CPI dos Cartões, da Polícia Federal e do Palácio do Planalto. Em conversas com interlocutores, Pires ressalta que não cometeria o erro primário de enviar por e-mail um dossiê da Casa Civil do governo Lula para um computador de um assesor de um senador tucano, ainda mais com a experiência que adquiriu após ter trabalhado como auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).
Para Pires, foi arquitetada uma trama para não prejudicar a ministra Dilma Roussef. Integrantes da Casa Civil teriam armado o envio do email para o assessor de Álvaro Dias (PR) com o objetivo de confirmar que não houve elaboração de um dossiê e, ao mesmo tempo, culpar alguém de dentro pelo envio das informações. Pelo raciocínio de Pires, a culpa cairia sobre ele, um funcionário sem ligação com o grupo de Erenice Guerra. Segundo ele, apenas esta hipótese explicaria o motivo pelo qual o vazamento do documetno foi feito de "forma tão primária e ingênua".
Redação Terra
Busca
Busque outras notícias no Terra: