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Bida havia sido condenado a 30 anos de prisão em seu primeiro julgamento. Como a pena foi superior a 20 anos, o réu teve direito a um novo julgamento. Na noite de ontem, ele foi absolvido.
"Isso (absolvição) pode transmitir não apenas ao País, mas à própria comunidade internacional, uma sensação de que os direitos básicos da pessoa não teriam sido respeitados, notadamente os da vítima", disse Celso de Mello, ao chegar ao STF.
Redação Terra