Taxista: "travestis armaram para cima de Ronaldo"

06 de maio de 2008 • 02h47 • atualizado às 07h12

Os esclarecimentos do taxista que trabalhou para Andréia, na noite da confusão com Ronaldo, podem complicar ainda mais a vida dos três travestis que estavam com Ronaldo no motel Papillon, na Barra, no Rio de Janeiro. Sexta-feira à noite, ele disse na 16ª DP (Barra) ter percebido que "todos estavam armando para cima do Ronaldo".

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A testemunha disse que saiu do motel com o travesti Andréia, às 6h, e levou-o a redações de jornais. Ele nega que tenha ido com Andréia buscar drogas para Ronaldo. Às 8h15, conta que retornou com o transexual ao motel.

Segundo ele, durante o trajeto, Andréia pedia às colegas, por celular, que segurassem Ronaldo no quarto, pois voltaria com jornalistas. Ela também teria ligado para o marido para contar que fazia programa com o jogador e que a situação seria "a oportunidade de nossas vidas".

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