Marcha da Maconha: para advogado, prisão foi truculenta

04 de maio de 2008 • 16h50 • atualizado às 17h15

Ernani Alves
Direto do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro


O advogado da Marcha da Maconha no Rio de Janeiro Gerardo Xavier Santiago classificou a prisão do jovem Gustavo de Castro Alves, 26 anos, como "arbitrária, truculenta e ilegal". O rapaz foi detido ao caminhar pela praia do Arpoador com uma cadela que estava com um cartaz defendendo a legalização da maconha.

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A atitude teria ferido a decisão da Justiça, que proibiu a passeata a favor da maconha no Rio de Janeiro. "A ordem judicial é para que não houvesse passeatas. Não existe passeata de um só", afirmou Santiago.

A cadela Sara, 4 anos, foi trancada em uma área externa da 14ª Delegacia de Polícia, enquanto o rapaz prestava depoimento. O animal carregava uma placa com os seguintes dizeres: "a estupidez é a essência do preconceito. Legalize a Cannabis".

Além do Rio de Janeiro, a Marcha da Maconha foi proibida em outras oito cidades: Cuiabá, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, João Pessoa, Salvador e São Paulo.

Redação Terra
 
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