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Domingo, 4 de maio de 2008, 15h18 Atualizada às 19h22

SP: parados, manifestantes fazem ato pela maconha

Policiais militares, civis e membros da Guarda Civil Metropolitana acompanharam uma manifestação de cerca de 150 pessoas, junto à marquise do Ibirapuera, em favor da maconha. Os manifestantes chegaram a se dispersar e voltar depois gritando a palavra "maconha" repetidas vezes. O Batalhão de Choque da PM ameaçou dispersar o protesto com bombas de gás lacrimogêneo caso a manifestação não fosse silenciosa.

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Por volta das 17h, cerca de 50 pessoas permaneciam no local, sentadas e cantando. Muitos curiosos se aglomeravam em torno. O Batalhão de Choque já havia se retirado.

A Marcha da Maconha, que aconteceria na capital paulista a partir das 14h, foi proibida pela Justiça. Com a proibição, o grupo, permaneceu estático gritando palavras de ordem.

Os manifestantes puxaram gritos como "ei, polícia, maconha é uma delícia", apenas observados pelas autoridades.

A polícia ficou no local para garantir o cumprimento da decisão do desembargador Ricardo Cardozo de Mello Tucunduva, da Justiça do Estado de São Paulo, que proibiu a realização da Marcha da Maconha.

De acordo com o major Vanderlei Rodrigues, da Polícia Militar de São Paulo, os policiais permaneceriam no local até que as pessoas se dispersassem.

"Vamos monitorar. Se ficarem parados, não há problema. Mas, se fizerem passeata, se se deslocarem, isso não será permitido. Estamos aqui para fazer cumprir a decisão judicial que proíbe a passeata", disse.

Com informações da Agência Brasil

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Ricardo Brito/Especial para o Terra Os manifestantes puxam gritos como Os manifestantes puxam gritos como "ei, polícia, maconha é uma delícia"

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