Cerca de 100 pessoas foram às ruas de Copacabana contra a Marcha da Maconha |
Ernani Alves
Direto do Rio de Janeiro
São Paulo
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Segundo a presidente da Comissão de Prevenção às Drogas da Câmara Municipal, vereadora Sílvia Pontes, o protesto contra a Marcha da Maconha foi batizado de "Rio em Defesa da Família" e tem o objetivo de alertar a população para o risco de usar de entorpecentes.
"Essa caminhada foi provocada pela Marcha Maconha. Eu não podia compactuar com isso. Vim chamar a atenção das famílias. Se é para evitar o tráfico, então nós vamos liberar também a cocaína? Não temos que secar a piscina. Temos que ensinar nossos filhos a nadar", destacou Pontes.
A manifestação percorreu a avenida Atlântica, da rua Santa Clara até o posto 6. Os integrantes do movimento distribuíram panfletos para os pedestres na orla de Copacabana. A Comissão de Prevenção às Drogas da Câmara de Vereadores montou duas pequenas tendas no local.
"Sou contra (a Macha da Maconha). A droga destrói famílias. Eu fumo cigarro, mas não fico tonta, nem faço loucuras. As pessoas roubam para manter o vício da maconha", afirmou a técnica em informática, Regina Almeida.
O protesto contra a Marcha da Maconha foi acompanhado por fiscais do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Eles proibiram um carro de som com o nome do deputado estadual Dionísio Lins (PP) de participar do evento.
Redação Terra