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De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, dos 13 conselheiros que decidirão, na votação que está marcada pra o dia 2 de junho, se Schoedl será afastado ou não, cinco pediram vistas ao relatório ainda nesta terça. A mão do jovem morto, Sônia Modanez, disse estar descrente do afastamento. "Ele confessou o crime e está livre, ainda vai ganhar dinheiro público. Que País é este?", disse.
Segundo o jornal, com a vitaliciedade concedida em setembro de 2007, e que está suspensa até a votação em Brasília, Schoedl poderia continuar recebendo R$ 10,5 mil por mês e ter o direito de não ir a júri popular. O promotor alega legítima defesa no crime.
Redação Terra