Cerca de 200 pessoas observam a movimentação da polícia na reconstituição da morte de Isabella |
Belisa Figueiró
Direto de São Paulo
São Paulo
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A doméstica Eleniza Maria da Conceição, 40 anos, é uma delas. Acordou às 4h, pegou ônibus, metrô, e diz que não deixa o local até o fim do trabalho da polícia.
"Demorei 5 horas para chegar. Peguei ônibus, metrô, e vou ficar até o fim, mesmo que os trabalhos continuem até o início da noite", disse.
Chocada com a morte da menina, ela diz que espera que Justiça seja feita. Eleniza foi ao local acompanhada pela também doméstica Josefa Maria Santana da Rosa, 47 anos.
O autônomo Antônio da Silva, 57 anos, é outro que veio de longe. Encarou ônibus e metrô para vir de São Bernardo, cidade da região metropolitana de São Paulo, em 3 horas de viagem.
"Sou casado há 30 anos e tenho apenas uma filha adotiva. Essa violência não pode continuar", afirma.
Um grupo ligado à igreja católica, que se intitula "Apostolado Exército de Santo Expedito", também marcou presença, com a distribuição de folhetos contra a violência.
"Estamos aqui contra a degradação da família, além de pregar a paz e amor", disse Renato Tadeu Geraldes, 55 anos, fundador do grupo.
Redação Terra