Resgate: equipes acham difícil encontrar padre vivo

23 de abril de 2008 • 14h55 • atualizado às 15h44

Fabricio Escandiuzzi
Direto de Florianópolis

Santa Catarina


Equipes que trabalham no resgate do padre Adelir Antônio de Carli, 41 anos, admitiram que são reduzidas as chances de encontrar o religioso ainda com vida no mar. Ele desapareceu no último domingo, dia 20, após decolar com balões de festa cheios de gás hélio, da cidade de Paranaguá, no litoral do Paraná.

» CORREÇÃO: é difícil encontrar padre vivo
» Equipe que busca padre acha balões
» Mau tempo dificulta busca
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Equipes das Forças Armadas passaram a procurar o padre também em terra hoje. Mas com os balões encontrados cerca de 40 km da costa de Florianópolis, a probabilidade que ele tenha caído no mar é de 90%, segundo a Marinha.

O delegado da Capitania dos Portos de São Francisco do Sul, Alexandre Lopes Vianna, informou através de sua assessoria de imprensa que os trabalhos de buscas continuam normalmente nas regiões de São Francisco, Balneário Piçarras, Penha e Porto Belo, todas na região norte de Santa Catarina, além da capital, onde balões foram encontrados na tarde da última terça-feira. O raio de ação foi ampliado devido à força das correntes marítimas registradas no oceano nos últimos dias.

O risco de crise severa de hipotermia numa pessoa que permanece cerca de 60 horas na água é muito grande, segundo Helton de Souza Zeferino, comandante do Grupo de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros. "Não sabemos se ele possuía uma roupa adequada, térmica e flutuante, por isso o risco grande de hipotermia", disse. "Mas ainda trabalhamos com a probabilidade de o religioso estar vivo".

Redação Terra
 
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