Os peritos do Instituto de Criminalística de São Paulo encontraram micropartículas de fibra de nylon grudadas na bermuda que Alexandre vestia no dia em que Isabella foi morta. Segundo eles, o material é compatível com o que há na tela de proteção da janela dos quartos do apartamento, de onde a menina foi jogada. Os exames já foram concluídos, mas laudo não foi entregue à polícia porque causa da morte não foi definida.
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A perícia também já concluiu que as manchas encontradas no lençol e na sala do apartamento são de sangue. Falta saber se os vestígios de sangue na calça e na blusa da madrasta são de Isabella. A comparação entre o material colhido nas roupas e o DNA da menina deve ficar pronta ainda hoje.
Análise do IML mostra que há lesões no corpo de Isabella incompatíveis com a queda. Sabe-se que ela foi agredida antes de ser jogada.
Defesa nega brigas
Os advogados de defesa do casal refutam que as contradições nos depoimentos do casal, as evidências levantadas pela perícia e as revelações feitas pelos vizinhos incriminem seus clientes. "Não houve brigas. Alexandre nunca disse ter visto uma pessoa armada dentro do prédio. O que ele disse é que precisaria fazer uma verredura no prédio e precisaria vistoriar os apartamentos", afirmou o advogado Marco Polo Levorin. "Ele é coerente no depoimento. Não há mentira".
Ainda segundo os advogados, a versão do casal e os depoimentos das mais de 50 testemunhas ouvidas pelos investigadores só corroboram a tese de que o casal não mentiu e que havia um terceiro elemento no apartamento.

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