MP: não há documento novo para pedir prisão

15 de abril de 2008 • 20h08 • atualizado em 16 de abril de 2008 às 07h26

Vagner Magalhães
Direto de São Paulo

São Paulo


O promotor Francisco Cembanelli, responsável pelo caso da morte de Isabella, afirmou nesta terça-feira que falou com a delegada-assistente Renata Helena Silva Pontes, do 9º Distrito Policial, que acompanha as investigações do caso, no final da tarde de hoje. De acordo com o promotor, ela não tinha nenhum documento novo em mãos que pudesse ser utilizado para a entrada de um pedido de prisão preventiva do pai e da madrasta da menina. Segundo ele, o pedido só será feito quando fatos novos chegarem ao conhecimento da polícia e do Ministério Público.

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Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida, no sábado, dia 29, no jardim do prédio onde moram o pai e a madrasta, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h. O casal ficou 9 dias preso por suspeita de envolvimento na morte.

Segundo Cembanelli, "para que um pedido de prisão preventiva seja feito, é preciso oferecer a denúncia e isso só acontece se tivermos a conviccção para isso". Ele disse que a conclusão do inquérito depende da finalização dos laudos técnico-periciais do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML).

"Hoje, impossível haver um pedido de prisão preventiva, já que não há nenhum fato novo que permita fazer isso", disse.

Redação Terra
 
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