Bazar de Abadia: restam poucas peças de alto valor

09 de abril de 2008 • 10h52 • atualizado às 10h57

Fabiana Leal

São Paulo


O presidente da Fundação Julita, Lucien Belmonte, afirmou que restam "pouquíssimas" coisas no bazar beneficente que coloca à venda objetos de uso pessoal do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadia. Segundo ele, restaram apenas objetos de maior valor, como móveis de grife.

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"Tem algumas pouquíssimas coisas para vender neste segundo dia. Ontem, foi uma verdadeira loucura. Não tem mais eletroeletrônicos, eletrodomésticos, não tem mais uma cueca de R$ 1. As pessoas estavam alucinadas para terem aquilo."

Segundo Lucien, ainda tem para vender no bazar tênis, roupas esportivas, algumas poucas roupas femininas (menos de 15% do que tinha na terça-feira), móveis de alto valor, como uma mesa de R$ 5 mil, poucas roupas masculinas e sapatos femininos (cerca de 60).

O segundo dia do bazar terá distribuição de senhas. Segundo Belmonte, o horário seguirá o do primeiro dia de vendas (das 12h às 20h) e terá reforço no policiamento "para evitar a surpresa" de terça-feira.

De acordo com Belmonte, "o que aconteceu ontem foi patológico". "A compulsão das pessoas foi uma coisa de louco", disse ele ao chegar hoje ao Jockey Club de São Paulo, às 10h20, onde ocorre o bazar. "Estou chegando aqui e tem gente na porta. São cerca de 400 pessoas."

Redação Terra
 
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