Belisa Figueiró
Direto de São Paulo
São Paulo
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"Todos passam para ver o prédio e os (motoristas dos) carros não respeitam mais, a toda a hora passam na contramão."
O sorveteiro Zilton Rodrigues, 51 anos, trabalha há 11 anos no bairro e reclama da falta de clientela, desde a morte de Isabella. "Posso dizer que não vendi mais nenhum sorvete aqui na rua. Antes, os porteiros e moradores saíam dos prédios e casas quando eu chegava. Agora não querem mais sair."
Mesmo com o prejuízo, ele continua passando na rua à espera dos antigos clientes, e não alterou o seu itinerário e nem acrescentou novas ruas no percurso.
Na Escola Império do Saber, que atende crianças do berçário à pré-escola, alguns alunos são do mesmo prédio de onde morava Isabella, e fica localizada em frente ao prédio. A babá Jianice de Souza, que cuida de uma das crianças do prédio há dois meses, diz que não recebeu orientações extras do pai da menina, mas seu cuidado agora é redobrado. A garota que ela cuida estuda no Império do Saber e era vizinha de Isabella.
Redação Terra