O advogado do pai e da madrasta da menina Isabella, Ricardo Martins, sai de carro do 9º DP |
Hermano Freitas
Direto de São Paulo
São Paulo
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O delegado evitou o termo suspeito para mencionar o pai da menina e disse que Alexandre Nardoni segue como averiguado. No entanto, o titular confirma que dois depoimentos relatam gritos de uma criança em desespero. Segundo as testemunhas, "Pára, pai. Pára, pai" seria porque Nardoni estava fazendo alguma coisa de errado.
O titular esclareceu que só solicitará novos depoimentos do pai e da madrasta quando avançar nas investigações. "Não adianta voltar a ouvi-los sem nada novo porque ficará aquela coisa repetitiva", disse.
Calil Filho afirma ter ouvido hoje o depoimento de seis testemunhas que, segundo ele, não trouxeram nenhum fato novo para o caso. Para quarta-feira, estão previstos, entre outros, o depoimento da mãe da menina, Ana Carolina Oliveira.
O delegado afirma que há três pontos que, em sua opinião, estão mais nebulosos. Segundo ele, a ausência de arrombamento na casa, o fato de que não faltava nada entre os pertences do casal e, finalmente, nenhum indício de que alguém estranho tenha estado no prédio são intrigantes.
Calil Filho admitiu também a possibilidade de a madrasta da menina, Anna Carolina Brotta, não ter ficado esperando no carro, como o relatado pelo pai em depoimento à polícia.
Redação Terra