A filha e a mulher de Sobel prestigiaram o lançamento do livro, mas ele não compareceu |
Vagner Magalhães
Direto de São Paulo
São Paulo
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No local onde o rabino daria autógrafos foi deixado um livro de visitas no qual está escrito: "Prezados clientes, Henry Sobel, por restrição médica, não poderá comparecer ao lançamento de sua autobiografia 'Um Homem, Um Rabino', programada para hoje. A Ediouro deixa aqui este livro para você deixar sua mensagem para Henry Sobel. Aproveitem o coquetel." Entre as 19h e as 20h30, passaram pelo local cerca de 200 pessoas.
"Ele está se recuperando bem e, quando souber que tanta gente veio aqui e deixou manifestações de carinho, ele vai melhorar rapidinho. Esse apoio é o que nos faz caminhar para frente", disse a filha do rabino, Alicha Sobel, 24 anos. Segundo ela, ele já conseguiu se recuperar do episódio das gravatas. Apesar disso, Alicha afirmou que o humor do rabino tem se alterado bastante.
Na autobiografia, Sobel cita o caso do furto de gravatas em Palm Beach, nos Estados Unidos, na abertura e no final do livro. Entre outras histórias, ele conta que já havia furtado uma gravata em 1985. Na ocasião, o rabino foi pego na saída da loja, pagou pela gravata e não teve maiores conseqüências.
O livro conta ainda a chegada dele ao Brasil, na década de 70, seu empenho durante a ditadura militar pela democratização do País e sua trajetória na Congregação Israelita Paulista (CIP).
Redação Terra