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O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) já teria coletado dados que apontam pelo menos três desconformidades em relação ao projeto original (assinado pela Engecorps) como: inversão do sentido de escavação do túnel sob a rua Capri; discrepância entre os registros dos diários de obra e o que foi encontrado pelos técnicos durante a investigação; e possível aceleração do ritmo de construção da estação.
Até agora, segundo o jornal, a polícia ainda não conseguiu ouvir o técnico do consórcio responsável por manusear as dinamites, para esclarecer pontos em relação às explosões de rochas feitas no dia do acidente. De acordo com o Estado, ele alega problemas de saúde para não comparecer aos depoimentos.
Segundo o Metrô, 14 meses após a tragédia, foram assinados 107 acordos com pessoas prejudicadas - a maioria, 59, por danos morais e materiais.
Redação Terra