Jeferson Ribeiro
Direto de Brasília
Brasil
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"Esse tema já está pacífico no governo agora e, em breve, o presidente deve publicar um decreto estabelecendo o valor das diárias para o ministro", informou Hage.
"O melhor mecanismo é de diárias de valor fixo, não havia porque mudar. Essa mudança foi uma medida farisaica e hipócrita", defendeu Hage. Ele acrescentou ainda que, se o ministro quiser ficar em um lugar mais caro do que o valor da diária, deve pagar do seu próprio bolso. "Não tem porquê suprimir a diária. Com o cartão, cabe ao ministro decidir se se hospedará no Copacabana Palace ou em um hotel de quatro ou três estrelas", disse.
Hage considerou como "inqualificável" a proposta feita ontem pelo representante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União de suspender o uso de cartão corporativo. "Não tenho outra expressão. É inqualificável", disse. Ontem, o representante do Ministério Público no TCU defendeu a suspensão do uso do cartão corporativo até que sejam criados instrumentos efetivos de fiscalização dos gastos.
Com informações da Agência Brasil.
Redação Terra