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MP conclui que Lancellotti foi vítima de extorsão

21 de fevereiro de 2008 10h53 atualizado às 11h54

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) concluiu, em parecer enviado ao juiz da 31ª Vara Criminal de São Paulo (Barra Funda), Caio Farto Salles, que o padre Júlio Lancellotti foi vítima de extorsão praticada por uma quadrilha. A conclusão, enviada à Justiça na semana passada e divulgada ontem, segue o inquérito da Polícia Civil, que encerrou as investigações em novembro do ano passado, segundo confirmou a assessoria de imprensa do MP-SP.

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Júlio Lancellotti declarou ter sido vítima de extorsão de uma quadrilha formada pelo ex-interno da Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) - atual Fundação Casa - Anderson Batista, a mulher dele, Conceição Eletério, e os irmãos Evandro e Everson Guimarães.

O MP concluiu no parecer que "não resta dúvida que os acusados associaram-se em quadrilha com a finalidade de extorquir a vítima".

O padre Lancelotti disse à polícia que teve de repassar a Batista cerca de R$ 80 mil. A defesa do ex-interno afirma que Batista teria recebido do padre mais de R$ 600 mil durante oito anos e que eles mantinham relações sexuais.

Redação Terra