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"A licitação pública, através de pregão, é para contratar uma empresa que ficaria nos próximos anos, ou no tempo que a Seppir determinar, responsável por encaminhar a demanda de transporte do ministro no território nacional. Esperamos já ter resultado nos próximos 60 dias. Acredito que o problema estará resolvido de maneira definitiva ", afirmou.
Ele defendeu uma reestruturação da Seppir mas afirmou que isso deve ser feito de acordo com a função da secretaria, que segundo ele, "é um órgão de coordenação e articulação política, não é um ministério finalístico, não opera na ponta" e, portanto, não demanda uma infra-estrutura grande.
"Dificuldades de estruturação não passam pura e exclusivamente por desejo passam por diálogo no interior do governo, por readequação de cargos, por novos cargos. Neste momento, não temos, o governo tem dificuldades. Mas acredito que nos próximos meses nós vamos resolver o problema", disse.
O ministro interino informou ainda ter conhecimento "de movimentações" sobre a indicação de um nome definitivo para a pasta, mas disse que não foi sondado nem recebeu comunicação oficial sobre sua permanência ou substituição no cargo: "É um momento de muito diz-que-diz, de muitos boatos. O que eu estou acompanhado é pela imprensa".
Questionado sobre as possíveis indicações já apontadas, Chagas disse que "são nomes valorosos", mas preferiu não citá-los. "A minha situação é muito delicada. Se eu disser que meu nome será colocado, dará a interpretação de que estou fazendo campanha para ficar. Se eu disser que tem o candidato A, B, C ou D, podem dizer que eu estou fazendo uma lista de personalidades que eu gostaria que viessem para a Seppir", afirmou.
O nome do deputado federal Edson Santos (PT-RJ) foi apontado nesta quarta-feira em coluna de um jornal do Rio de Janeiro como o do futuro ministro da Seppir. Apesar de o deputado confirmar que foi sondado, nenhum convite ou anúncio oficial foi feito até agora. "Se for o companheiro Edson Santos a assumir, a Secretaria estará em boas mãos", disse o ministro interino.
Agência Brasil