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A defesa de Timponi alegou que o prazo de prisão preventiva era excessivo e sem causas que o justificassem. O ministro Peçanha Martins, que concedeu o habeas-corpus, afirmou que as acusações contra Timponi são graves, mas não suficientes para mantê-lo na prisão.
Ele é acusado de participar de um suposto racha no último dia 6 de outubro, na ponte Juscelino Kubitschek, em Brasília.
No acidente, um dos carros bateu em outro veículo que estava na pista. O automóvel atingido acabou colidindo em um poste e atravessou a pista.
Com o impacto, três mulheres que estavam no banco de trás foram arremessadas para fora do carro e morreram na hora. Timponi, suposto responsável pelo acidente, teria fugido sem prestar socorro.
Redação Terra