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A aposentada Maria Geraldina de Mogi das Cruzes (SP), passou férias na cidade de Rubiataba (GO). Ela foi internada em um hospital particular em Ceres (GO) no dia 8 de janeiro e morreu no dia seguinte. Os exames sorológicos deram positivo para febre amarela.
O espanhol, depois de passar pelo Cais do Jardim Novo Mundo (Goiânia) e Hospital das Clínicas da UFG, foi internado no Hospital de Doenças Tropicais (HDT), no dia 10 de janeiro e morreu no dia 12 de janeiro.
Cunha, que viajou para passar as festas de final de ano no município de Caldas Novas, em Goiás, voltou ao Paraná no dia 1º e no dia 4 começou a sentir os primeiros sintomas da doença.
Mais uma pessoa que estava internada com suspeita de febre amarela morreu no Distrito Federal, na noite de ontem. A vítima estava na lista dos 17 casos investigados pelo Ministério da Saúde, mas não teve o nome divulgado pelo Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), em Brasília.
Ontem, duas mortes por febre amarela foram confirmadas pelo Ministério da Saúde. Um paciente internado também possui a doença, segundo a nota do ministério, mas está em recuperação. Além da morte por febre amarela no Paraná, um homem de Goianésia (GO), morto no dia 2, e outro de Brasília, também foram vítimas fatais da doença.
O Ministério da Saúde está monitorando 27 casos de suspeita de febre amarela no País. Destes, seis já foram descartados e seis foram diagnosticados como febre amarela. Dos casos positivos, cinco pessoas morreram e uma se curou, em São Paulo.
Redação Terra