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Graco Carvalho Abubakir, 38 anos, morava no Lago Norte, bairro nobre de Brasília, e morreu na última terça-feira, no Hospital Santa Luzia, onde estava internado desde a última sexta-feira.
O laudo foi confirmado com base em exames de sorologia. De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, a área técnica considerou haver evidências suficientes para confirmar a morte. As vísceras foram enviadas para o Instituto Evandro Chagas, no Pará, que é referência em febre amarela.
Apesar da ocorrência de cinco óbitos, só um caso está confirmado como febre amarela silvestre. Outros três casos foram descartados: um em Goiás e outro em Minas Gerais, um em São Paulo.
O secretário de Saúde do Distrito Federal, José Geraldo Maciel, disse à tarde que o laudo do exame sorológico de Graco só deve ficar pronto na sexta-feira.
Sobre o empresário Almir Rodrigues da Cunha, que morreu em Maringá (PR), depois de uma viagem a Caldas Novas (GO), o ministério informou que a Secretaria de Saúde do Estado notificou que as suspeitas mais fortes são de dengue hemorrágica, leptospirose e hantavirose. Mas a hipótese de febre amarela também não está descartada.
Com informações da Agência Brasil
Redação Terra