Segundo o zelador, o lutador teria usado uma faca para danificar o elevador do prédio |
Hermano Freitas
Direto de São Paulo
São Paulo
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Segundo o zelador, mesmo alterado, Gracie tratava bem os funcionários do prédio e não costumava promover arruaças no condomínio. Ele afirmou que teria tentado impedir o lutador de sair se tivesse tido oportunidade. "Eu não teria aberto a porta para ele se estivesse aqui", afirmou. Ao sair de casa na sexta-feira, Gracie teria roubado o carro de um vizinho e, logo em seguida, uma moto.
O corpo do lutador foi encontrado por volta de 8h da manhã de sábado durante uma revista na carceragem do 91° DP. O delegado Paulo William Oliveira Bittencourt informou que ele e o carcereiro encontraram Gracie deitado de lado, como se estivesse dormindo.
Ao ser preso, o advogado do lutador disse à polícia que ele sofria de problemas psicológicos. O lutador afirmou na delegacia que estava sendo perseguido por bandidos que estariam tentando matá-lo.
Araújo afirmou ainda que o lutador costumava ter outro comportamento quando a mãe estava hospedada em sua casa. "Ela vinha e ficava dois, três meses, daí eu gostava, ele virava outra pessoa", conta.
O médico psiquiatra Sabino Ferreira de Farias Neto, que cuidou do lutador, terá sua conduta médica avaliada pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo. A Corregedoria da Polícia Civil apura a possibilidade de suborno de policiais no caso.
Redação Terra