Gracie teve vitórias nos ringues e confusões fora

15 de dezembro de 2007 • 12h28 • atualizado às 13h05
Ryan Gracie ao ser levado para delegacia
Ryan Gracie ao ser levado para delegacia
15 de dezembro de 2007
Reprodução

Encontrado morto na manhã deste sábado, por volta das 7h (de Brasília), no 91º Distrito Policial, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, o lutador de jiu-jitsu e vale tudo Ryan Gracie foi um atleta que se notabilizou não só por seu sobrenome famoso, mas pelos bons resultados na carreira e pelo histórico de confusões fora dos ringues.

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A primeira das brigas que ganhou notoriedade ocorreu em 2000, quando o lutador ficou 18 dias preso após ser acusado de esfaquear um estudante no Rio de Janeiro.

Antes da prisão que culminou com a sua morte, após tentativa de furto, Ryan voltou a se envolver em polêmica em 2005, quando foi acusado de agredir um policial e uma delegada em São Paulo.

Ryan nasceu em 14 de agosto de 1974, no Rio de Janeiro, e começou a lutar jiu-jitsu por influência da família, precursora desta luta marcial no Brasil. Seu bisavô, Gastão, entrou em contato com o esporte em Belém e seu avô, Carlos, levou a modalidade para o Rio de Janeiro.

Porém, sua iniciação profissional no jiu-jitsu está ligada ao irmão Renzo. "Foi ele que me ensinou tudo", conta em seu site oficial.

Durante a carreira, Ryan conquistou cinco campeonatos Pride, considerado um dos mais importantes da modalidade. Além disso, ficou com o título da Copa Company de Judô, o Pan-Americano de Jiu-Jitsu em 1997, peso pesadíssimo, o Campeonato Brasileiro de 1997 e o Campeonato Sem Quimono.

Redação Terra
 
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