Família de lutador morto acredita em fatalidade

15 de dezembro de 2007 • 12h24 • atualizado às 13h09

Vagner Magalhães
Direto de São Paulo

São Paulo


A família do lutador de jiu-jítsu e vale tudo Ryan Gracie, 33 anos, não acredita que ele tenha sido assassinado na cela do 91º Distrito Policial, na vila Leopoldina, zona oeste da cidade de São Paulo. Segundo o advogado de Gracie, Rodrigo Souto Assis Silva, para os parentes, a morte do lutador foi uma fatalidade. Gracie foi achado morto na manhã deste sábado.

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De acordo com o advogado, ao que parece, Gracie foi vítima de uma parada cardíaca, mas a informação ainda não foi confirmada. Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) irá mostrar se o lutador havia consumido drogas.

Na manhã deste sábado, uma irmã e a namorada de Gracie acompanhavam os desdobramentos do caso na delegacia. Os familiares foram informados da morte por volta das 9h.

Gracie foi levado para o 91ºDP, uma delegacia de transferência, depois de passar por um exame toxicológico no Instituto Médico Legal (IML) e sair tarde do local. Hoje, ele retornaria para o 15º DP. Segundo a polícia, o lutador foi detido na sexta-feira, após tentar roubar uma moto.

Redação Terra
 
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