Ernani Alves
Direto do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
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Os participantes do jogo utilizam peças que representam facções criminosas, milícias e policiais militares, incluindo agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A movimentação dos pinos sobre o tabuleiro com áreas da região metropolitana do Rio é baseada em dados e cartas. Todos os elementos são os mesmos utilizados no tradicional "War", que simula uma guerra pelo Mundo.
Apesar de ser contra a venda do novo jogo, Beltrame considera a brincadeira irrelevante na questão da segurança pública. "Eu sou contrário a comercialização. Acho que é feio. Não é uma atitude condizente com o tipo de problema que nós estamos enfrentando, mas também para nós isso é irrelevante", destacou o secretário.
O criador do "War in Rio" vem recebendo proposta para comercializar o jogo, mas garantiu que não pretende vender a idéia divulgada apenas pela Internet, por enquanto. Fábio Lopez disse que queria despertar uma discussão sobre a disputa de territórios por bandidos no Rio.
Redação Terra