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PF prende mulher, irmã e advogados de Beira-Mar

22 de novembro de 2007 08h21 atualizado às 14h36

Jacqueline Alcântara de Morais casou com Beira-Mar em setembro, após 15 anos de namoro. Foto: Paulo Jacob/Agência Estado

Jacqueline Alcântara de Morais casou com Beira-Mar em setembro, após 15 anos de namoro
Foto: Paulo Jacob/Agência Estado

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira a mulher do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. A advogada Jaqueline Alcântara de Morais foi presa em casa, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, com US$ 200 mil. No total, 11 mandados de prisão já foram cumpridos. Entre os presos estão advogados e a irmã do traficante, Débora da Costa. Com ela foram encontrados R$ 25 mil, US$ 130 mil e grande quantidade de droga, ainda não contabilizada.

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A prisão faz parte a Operação Fênix que acontece em quatro Estados para prender a quadrilha chefiada por Beira-Mar. O grupo é suspeito de envolvimento com tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e homicídios. Segundo a PF, o traficante permanece no controle da favela Beira-Mar, no Rio, mesmo preso na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) desde julho.

Segundo a Globonews, a PF cumpre 24 mandados de prisão e 35 de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná e em Mato Grosso do Sul. O próprio Beira-Mar tem contra ele um mandado de prisão. Em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, cerca de 240 agentes da Polícia Federal iniciaram a operação.

A mulher de Beira-Mar é acusada de administrar os negócios do traficante. Outra advogada foi presa no bairro Jardim Guanabara, na Ilha do Governador. Segundo a PF, ela funcionaria como uma espécie de "pombo correio" entre traficantes da favela e Fernandinho Beira-Mar. A advogada teve o carro e documentos apreendidos. Na favela Beira-Mar, agentes estouraram um galpão que seria usado para refino de embalagem de drogas, mas nada foi encontrado.

Participam da operação agentes do Rio, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo e do Comando de Operações Táticas, de Brasília.

Com informações do jornal O Dia e do JB Online

Redação Terra