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Em requerimento enviado à Polícia Civil e ao governo do Estado, o MGA critica a atitude do delegado e pede providências. Para o movimento, a atitude de Leite é discriminatória.
No documento em que pede o fim das festas, o delegado compara o destino da cidade às bíblicas Sodoma e Gomorra, destruída por Deus por conta de atos imorais. "Para esta cidade convergem uma infinidade de ladrões, vândalos e traficantes de drogas, o que fazem acontecer todos os tipos de fatos delituosos (...), vandalismo, promiscuidades", diz o texto.
De acordo com João Simões de Almeida Junior, delegado regional da localizada, Leite não estava autorizado a encaminhar tal documento e deverá dar explicações à corporação.
Redação Terra