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Jobim quer 'submarino nuclear' para defender petróleo

15 de novembro de 2007 19h18 atualizado às 20h01

A descoberta recente de uma megaprovíncia petrolífera no campo de Tupi, na bacia de Santos, torna necessário reforçar a segurança no País, disse o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ao participar hoje da abertura da 4ª Conferência do Forte de Copacabana, que debate a segurança internacional entre a Europa e a América do Sul.

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"No momento em que você tem uma grande riqueza nacional que se encontra na área do Atlântico, é evidente que temos que ter condições de protegê-la. E protegê-la não da invasão de qualquer país, mas protegê-la, inclusive, de ações que  possam vir da área do terror", afirmou.

Para desempenhar essa missão, o ministro destacou a necessidade de o Brasil ter um submarino de propulsão nuclear. "Não pensem que nós vamos conseguir proteger isso exclusivamente com navios de superfície", disse. Porque esse tipo de transporte tem a localização facilmente identificável hoje através de instrumentos espaciais".

O ministro enfatizou que a descoberta da Petrobrás aguça mais a  necessidade de fechar no País o ciclo do enriquecimento de urânio para a produção de propulsores. Ele descartou por completo o uso da energia nuclear pelo Brasil para a produção de bombas. "Isso tudo é bobagem. É para termos  a possibilidade de termos propulsores. Propulsão nuclear para a Marinha e para a energia elétrica".

Agência Brasil