Amanda tinha começado a dar aulas de ginástica rítmica para crianças há pouco tempo |
Gabriela Voskelis
Paraná
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Quando as amigas de Amanda ligaram para a família e comunicaram o desaparecimento da jovem, a primeira hipótese foi de que ela tivesse ido a alguma festa. Isadora disse que desde o início sabia que isso não tinha acontecido. "Ela sempre ligava avisando de tudo. Quando eu saía, ela me telefonava de cinco em cinco minutos. Ela não teria ido a nenhum lugar sem avisar", lembrou.
Segundo Isadora, a coisa mais importante para a irmã era a dança. "Amanda adorava dançar, era a vida dela". Amanda tinha começado a dar aulas de ginástica rítmica para crianças há pouco tempo. "Ela estava conseguindo fazer tudo o que sonhava e agora acontece isso. É injusto."
A estudante de Educação Física foi vista pela última vez no sábado, em um festival de ginástica e dança na universidade, onde faria uma apresentação.
De acordo com Isadora, desde que terminou um namoro, há 10 meses, a jovem saía pouco de casa. "De vez em quando, ele ia a um barzinho com as amigas", afirmou.
Isadora afirmou ainda que os pais, Maria Francisca Rossi e Luiz Carlos Rossi, estão muito abalados com a morte da filha. "Meu pai me disse que perdeu metade da vida dele, que agora só sobrou eu. É muito triste", disse.
"A gente brigava, como qualquer irmã, mas éramos unidas. De vez em quando, ela até me levava para sair", afirmou. "Só quero que, se alguém viu alguma coisa, se ela estava com alguém, que informe à polícia. Eu só quero justiça."
Redação Terra