A estudante foi encontrada morta com uma lesão na cabeça |
Glória Galembeck
Direto de Londrina
Brasil
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Amanda estava desaparecida desde sábado e foi encontrada com uma lesão na cabeça, dentro da casa de máquinas da piscina da Unopar. A polícia investiga se o crime foi um homicídio ou um latrocínio.
O cortejo da estudante chegou ao cemitério por volta das 8h30. O pai da universitária, Luis Rossi, caminhava em frente ao caixão, carregando uma foto dela.
Uma amiga de Amanda, que se identificou apenas como Juliana, disse estar muito abalada por ter de passar seu aniversário no enterro. "Hoje é o meu aniversário. A gente ia comemorar junto com a Amanda. E aí ela desapareceu", lamentou.
O ex-namorado da universitária, Mauro Moraes, 28 anos, disse que ficou chocado quando soube que Amanda poderia ter morrido asfixiada. Segundo ele, a estudante tinha fobia de lugares fechados.
A coordenadora do curso de Educação Física da Unopar, Márcia Lourenço, também esteve presente no sepultamento da estudante e disse que Amanda era uma aluna que se destacava, sempre envolvida com projetos de pesquisa e extensão.
O delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, Sérgio Luiz Barroso, afirmou ontem que o responsável pela morte da universitária pode ser alguém próximo à vítima. Segundo ele, o local onde a estudante foi encontrada era isolado e pouco movimentado.
Inicialmente, as suspeitas eram de que um ferimento na cabeça da estudante tivesse causado a morte. No entanto, informações preliminares do Instituto Médico Legal (IML) apontaram que a causa da morte foi asfixia por esganadura.
Os laudos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) ficarão prontos dentro de dez dias.
Redação Terra