Morte em rave: família pode processar organização

29 de outubro de 2007 • 17h20 • atualizado às 17h32

A família de Lucas Francesco Amendola Maiorano, 17 anos, que passou mal em uma festa rave, em Itaboraí, no Rio de Janeiro, e morreu, pensa em processar os organizadores do evento. O garoto se sentiu mal no local, teve que ser internado e sofreu uma parada cardiorrespiratória.

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Segundo os pais, Lucas teria contado para eles e para a namorada que viajaria para Angra dos Reis com amigos, mas foi para a rave. O pai não sabe quem foram os acompanhantes, já que o celular do garoto foi roubado quando ele passava mal.

"Eles deixaram meu filho em um canto e voltaram para a festa. Acredito que se ele tivesse sido socorrido a tempo, poderia sobreviver", desabafou o pai do garoto.

Segundo os policiais, o menor usou documento falso de estudante de Medicina para forjar maioridade e conseguir entrar na rave. A polícia vai pedir um exame toxicológico para atestar a morte por consumo excessivo de drogas.

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